Em Nova Venécia, Espírito Santo, uma advogada identificada como Josileide Neiman Sales foi presa em 7 de julho de 2025. Ela estava foragida desde maio, após descumprir medidas cautelares impostas pela Justiça pela:
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Participação na Operação Selati, que mirou uma organização criminosa atuante em Viana, Cariacica e em presídios do ES
Suspeita de envolvimento em:
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Roubo milionário em julho de 2024, em um apartamento de luxo na Praia da Costa (Vila Velha/Praia de Itaparica), onde mais de R$ 1 milhão e joias foram levados.
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Crimes como tráfico de drogas, comércio ilegal de armas, lavagem de dinheiro e atuação em segurança privada clandestina armada.
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Já havia sido presa anteriormente por esse mesmo roubo, mas havia sido solta provisoriamente.
A prisão foi realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/ES) e pela inteligência da Polícia Militar em um sítio na zona rural de Nova Venécia, encerrando a fase de cumprimento de mandados da Operação Selati.
O Ministério Público ofereceu denúncia e o Poder Judiciário do ES aceitou, com acusações de Organização criminosa armada, Tráfico de drogas, Posse ilegal de arma, Lavagem de dinheiro e Infração à regulamentação da segurança privada
A defesa argumenta que a prisão é “desproporcional” e fere prerrogativas da advocacia, apontando que em 26 de junho foi emitida uma decisão favorável à liberdade de Josileide.
A advogada Josileide Neiman Sales, já investigada por assalto milionário, foi recapturada em Nova Venécia por participar de organização criminosa e diversos crimes graves, após ter descumprido liberdade provisória. Agora, responderá por vários crimes junto a outros membros do grupo.











































































