
A notícia em questão é um comovente caso da Coreia do Sul: em 1975, a menina Kyung‑ha, de apenas 6 anos, foi sequestrada em Seul e enviada ilegalmente aos EUA, onde foi registrada com o nome Laurie Bender, criada por uma família americana. Sua mãe biológica, Han Tae‑soon, passou 44 anos procurando por ela com panfletos, presença em TV, visitas a delegacias e orfanatos — um esforço que lhe custou até todas as unhas dos pés.
O que isso revela:
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Maus-tratos institucionais: evidências apontam que grande número de adoções foram feitas sem consentimento verdadeiro dos pais e com documentação falsificada
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Impacto humano: Han viveu ansiosamente 44 anos esperando notícias, até seu reencontro em 2019
Responsabilidade governamental: o caso reúne provas que podem torná-lo o primeiro processo coletivo bem-sucedido contra o Estado sul‑coreano em casos de adoção ilegal

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