
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Equipes de resgate fazem buscas nesta sexta-feira (15), em operações descritas como complexas e perigosas, pelos corpos de cidadãos da Itália que morreram durante mergulho nas Maldivas. O caso ocorreu em Vaavu, região de ilhas de coral conhecida por atrair mergulhadores de todo o mundo.
No total, cinco italianos morreram, segundo o Ministério das Relações Exteriores do país europeu. A pasta informou que, de acordo com informações preliminares, os mergulhadores estavam explorando um conjunto de cavernas a cerca de 50 metros de profundidade. Segundo funcionários locais mencionados pela agência de notícias AFP, este pode ter sido o pior acidente de mergulho já registrado nas Maldivas.
Até a tarde desta sexta, apenas um corpo havia sido recuperado, e as circunstâncias do acidente não tinham sido esclarecidas. O governo italiano informou que uma investigação está em andamento.
As autoridades não divulgaram as identidades das vítimas. No entanto, a Universidade de Gênova informou que entre os mortos estão um professor de biologia marinha, a filha dele e dois pesquisadores.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores italiano afirmou que a embaixada do país no Sri Lanka está em contato com as famílias das vítimas e prestando assistência consular.
Nesta sexta, autoridades lançaram uma ampla operação de resgate com barcos, aeronaves e equipes de mergulho. A ação é classificada de “alto risco” devido ao mau tempo e local de difícil acesso.
As Maldivas são um arquipélago formado por 1.192 ilhas de coral, espalhadas ao longo de cerca de 800 quilômetros no oceano Índico. O destino é conhecido pelo turismo de luxo e pelas condições favoráveis ao mergulho em águas profundas.
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