O governador Renato Casagrande (PSB) anunciou nesta quinta-feira, 25, que, a partir do dia 15 de abril, o governo irá reservar 5% no lote de vacinas para imunizar profissionais da Educação e da Segurança Pública, que estiverem em atividade e na linha de frente, começando dos mais idosos para os de menor idade.
O anúncio, que foi realizado em meio a outras medidas restritivas tomadas pelo governo, fortalece uma das principais bandeiras do presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa (Ales), deputado Bruno Lamas (PSB), que é autor de um projeto de lei que prioriza os profissionais da Educação e da Segurança na vacinação, além dos bancários.

“Sabemos que a vacina é um direito de todos, mas a sinalização do governo é importante porque preserva profissionais que estão na linha de frente e correm maior risco de contaminação pela doença”, declarou Bruno, que realizou uma audiência pública, na Comissão de Educação, a pedido do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Espírito Santo (Sindiupes), para discutir o assunto.
O deputado defende que a vacinação é fundamental para volta das aulas presenciais nas escolas. E que os profissionais da Segurança, por exercerem atividade de manutenção da paz social e estabilidade institucional durante a pandemia, não podem ficar sem ser vacinados, assim como os bancários, que lidam diariamente com o público.
Com a reserva das vacinas anunciadas pelo governador, serão priorizados: na Educação (professores, profissionais de apoio, coordenadores, pedagogos, serventes e auxiliares de secretaria) e na Segurança Pública (policiais militares, bombeiros militares, policiais civis e agentes penitenciários).
O Ministério da Saúde coloca a categoria após idosos, profissionais de saúde, indígenas e pessoas com doenças crônicas. (Da Redação com Ascom/Bruno Lamas)












































































