A noite que era de confraternização terminou em tragédia promovida pela violência na noite desta sexta-feira (12), no bairro Sapucaia, em Baixo Guandu, cidade do Norte do Espírito Santo. Segundo a Polícia Militar, uma guarnição foi acionada até o Pronto Socorro da cidade onde um homem havia dado entrada em óbito vítima de disparos de arma de fogo. A vítima é Anderson Mutz, de 39 anos.

No hospital, uma testemunha contou que estava em um bar no bairro Sapucaia onde a Anderson havia lhe pedido carona para ele, sua companheira e um primo no retorno para casa. A testemunha, de boa vontade, prontamente franqueou a carona. No momento em que a vítima sentou no banco do carona traseiro na parte esquerda do Fiat Uno Way, um suspeito começou a efetuar disparos de arma de fogo contra a vítima. O motorista contou que diante do ataque, acelerou o veículo, onde também estava o primo e a companheira da vítima, deslocando-se imediatamente até o Pronto Socorro de Baixo Guandu, onde Anderson deu entrada sem vida.
Consta no registro policial a que A Parresia teve acesso, que a equipe médica do hospital constatou cinco perfurações de arma de fogo no corpo da vítima, distribuídas na face, tórax e ombro. O veículo onde a vítima estava foi recolhido pela polícia para que seja submetido à perícia.
A reportagem de A Parresia demandou posicionamento da Polícia Civil que informou, por nota, que o caso seguirá sob investigação da Delegacia de Polícia de Baixo Guandu. Até o momento nenhum suspeito foi detido e detalhes da investigação não serão divulgados, por enquanto.
O corpo da vítima foi encaminhado para o Serviço Médico Legal (SML) de Colatina, para ser necropsiado e, posteriormente, liberado para os familiares
“A Polícia Civil destaca que a população tem um papel importante nas investigações e pode contribuir com informações de forma anônima através do Disque-Denúncia 181, que também possui um site onde é possível anexar imagens e vídeos de ações criminosas, o disquedenuncia181.es.gov.br. O anonimato é garantido e todas as informações fornecidas são investigadas”, finalizou a corporação, na nota.













































































