A divulgação da nova pesquisa Genial/Quaest nesta quarta-feira (11/3) provocou reação apreensiva no PT. O vice-líder do governo na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), comentou o levantamento reconhecendo que o cenário para as eleições presidenciais de 2026 tende a ser um dos mais difíceis para o partido nos últimos anos.
Segundo a pesquisa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece numericamente empatado com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma simulação de segundo turno, ambos com 41% das intenções de voto. O dado acendeu um alerta dentro do campo governista, já que é a primeira vez que o levantamento registra igualdade entre os dois nomes.
Ao comentar o resultado nas redes sociais, Lindbergh admitiu que a disputa deve ser dura. “A pesquisa Quaest mostrou hoje um empate entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno (41% a 41%). Isso deixa claro que a eleição de 2026 será uma das mais duras da história do Brasil”, afirmou.
A fala do parlamentar reflete a preocupação do PT com o avanço do nome ligado ao bolsonarismo no cenário nacional. Enquanto Lula perdeu dois pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, divulgado em fevereiro, Flávio Bolsonaro cresceu três pontos e alcançou o mesmo patamar do presidente.
Apesar do cenário apertado, Lindbergh tentou demonstrar confiança na virada ao longo da campanha. Ele afirmou que Lula, neste momento, está focado em governar e melhorar a vida da população, enquanto adversários já estariam antecipando a disputa eleitoral.
O deputado também apostou que, quando a campanha começar oficialmente, haverá uma comparação entre os governos. Segundo ele, o debate público deve colocar lado a lado o período da gestão de Jair Bolsonaro e os resultados do atual governo.
A nova rodada da pesquisa reforça a percepção de que a disputa presidencial de 2026 pode se tornar uma das mais polarizadas e imprevisíveis da história recente do país, aumentando a pressão sobre o governo e seus aliados.











































































