
Barra de São Francisco registrou saldo positivo de 144 empregos formais em novembro, segundo o painel do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. O comércio, pelo segundo mês consecutivo, gerou a maioria das vagas: Foram 189 novos contratados no setor, com apenas 49 demissões, restando um saldo positivo de 140 empregos.
No total, foram gerados 269 novos empregos e efetivadas 125 demissões, um crescimento de 2,57% em relação ao mês anterior (outubro).
No balanço do ano, o município, que até outubro tinha um saldo positivo de 28 empregos, agora já soma 152 vagas novas em relação ao mesmo período (janeiro a novembro) de 2019. De janeiro até novembro, foram 1.711 contratações e 1.560 desligamentos, um saldo positivo de 2,70%.

No Espírito Santo, em novembro foram gerados 32.203 empregos formais e promovidas 21.122 demissões, um saldo positivo de 11.081 empregos (1,52%). O número e superior aos de setembro e outubro.
No balanço do ano – de janeiro a novembro – o Estado passou também a ter saldo positivo. São 8.511 vagas a mais do que no mesmo período do ano passado. No período foram efetuadas 271.537 contratações e promovidas 263.026 demissões.


Brasil – O Brasil gerou 414.556 empregos com carteira assinada em novembro, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira, 23.
Esse resultado é a diferença entre as contratações e as demissões. Em novembro, o país registrou 1.532.189 contratações, contra 1.117.633 demissões.
De acordo com o Ministério da Economia, o número de empregos formais criados em novembro de 2020 foi o maior de toda série histórica, que teve início em 1992. Em novembro do ano passado, foram abertas 99.232 vagas formais.
Esse também foi o quinto mês seguido de geração de empregos com carteira assinada. Em outubro deste ano, foram gerados 394.989 postos.
Também nesta semana, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o país encerrou o mês de novembro com um contingente de 14 milhões de desempregados, aumento de 2% frente a outubro (13,8 milhões), e de 38,6% desde maio (10 milhões).
Os dados do IBGE fazem parte da pesquisa PNAD Covid-19, que usa uma metodologia diferente da do Caged, do Ministério da Economia. Os dados do Caged são coletados das empresas e abarcam o setor privado com carteira assinada, enquanto que os dados da PNAD Covid são obtidos por meio de pesquisa domiciliar, e abrangem também o setor informal da economia
Parcial de 2020 – De janeiro a novembro deste ano, houve a geração de 227.025 empregos com carteira assinada. No mesmo período do ano passado, o Brasil registrou 948.344 contratações a mais do que demissões.
O resultado dos onze primeiros meses de 2020 é o pior para esse período desde 2016, quando foi registrado o fechamento líquido de 858.333 postos de trabalho com carteira assinada.
As demissões no acumulado do ano refletem o impacto da recessão na economia brasileira gerada pela pandemia de Covid-19.
A estimativa mais recente dos economistas dos bancos é de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro vai cair 4,40% neste ano. Entretanto, nos últimos meses, dados já apontam para uma recuperação do nível de atividade e saída da recessão.
Segundo o Ministério da Economia, mesmo com o crescimento dos empregos formais nos últimos três meses, ainda não houve recuperação das perdas registradas entre março e junho deste ano. No período, o Brasil registrou 1,612 milhão de demissões a mais do que contratações. (Weber Andrade com Caged/Ministério da Economia)











































































