Se o quilo do feijão está pela hora da morte nos supermercados, agora outro produto essencial na mesa do brasileiro está deixando os consumidores de cabelo em pé. Trata-se da batata inglesa, ou batata comum, que está custando, em média, R$ 4,25 o quilo. Uma opção tem sido a batata do tipo Asterix, que estava custando cerca de 20% a menos no final de semana.
De acordo com donos de supermercados ouvidos pelos sites vozdabarra.com.br e o contestado.com, o preço está alto devido à entressafra do produto nos principais estados produtores e também à chuva que tem caído nestes estados, prejudicando as lavouras. Em alguns supermercados o produto chega a custar mais de R$ 5 o quilo.
No Ceasa Noroeste, em Colatina, o quilo da batata comum está custando, em média, R$ 3, com mínimo de R$ 2,93 e máximo de R$ 3,07 o quilo, ou seja, a saca de 50 quilos sai por, no mínimo, R$ 146,50.
De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), após várias semanas de preços elevados, a batata padrão ágata especial se desvalorizou cerca de 19% nos principais atacados brasileiros. Em São Paulo (SP), a queda foi de 20,74% (R$ 121,67 a saca de 50 kg), seguido pelo mercado de Belo Horizonte (MG), R$ 121,77 a saca (-20,00%) e o atacado carioca, R$ 123,91 a saca (-16,13%).
No Ceasa Noroeste, em Colatina, o quilo da batata comum está custando, em média, R$ 3, com mínimo de R$ 2,93 e máximo de R$ 2,97 o quilo, ou seja, a saca de 50 quilos sai por, no mínimo, R$ 146,50.
Ainda que as cotações estejam em altos patamares e acima dos custos de produção, a intensificação da colheita das águas das praças do sul – principalmente Guarapuava (PR) e Água Doce (SC) – pressionou os valores. De acordo com atacadistas consultados pelo Hortifruti/Cepea, apesar de as batatas mineiras serem mais inferiores de qualidade (miúda, com pele insatisfatória e apresentando podridão), os produtos do Paraná e Santa Catarina também estão mais fracos do que normalmente, no entanto, em sua maioria, estão graúdos e de pele boa.
Chuvas – No decorrer da semana, alguns locais presenciaram chuvas, mas na sexta-feira, 15, o volume foi mais expressivo em Água Doce e no Sul de Minas Gerais, o que inviabilizou a colheita para alguns produtores. Os próximos dias devem ser chuvosos, logo os preços podem voltar a subir. (Weber Andrade)











































































