As notificações de suspeita de dengue em Barra de São Francisco deram um salto de mais 50 casos, em um mês, aponta o último boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa). Na 51ª semana do ano passado, início de dezembro, a incidência era de 4,4 casos e, na primeira semana deste ano, subiu para 53 casos notificados.
A incidência, no entanto, ainda é considerada baixa, mas a Vigilância Ambiental e Sanitária informa que a população deve ficar atenta. A incidência de dengue começa a ficar alta quando o índice de notificações chega a mais de 100 casos por 100 mil habitantes.
O município, que encabeçou a lista dos casos de dengue no estado, no início do ano passado, com quase 700 notificações por 100 mil habitantes, hoje está em situação tranquila, com 53 notificações por 100 mil habitantes.
A Vigilância Municipal em Saúde adquiriu um veículo exclusivo para o trabalho de pulverização de inseticida (fumacê), além de vários termonebulizadores, inclusive intercostais, que permitem o combate aos focos de maneira mais eficiente.
De acordo com o setor, o trabalho preventivo com o fumacê e a limpeza que vem sendo promovida em pontos estratégicos pela Secretaria Municipal de Serviços e pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) tem ajudado a evitar a criação de focos.
Estado – Em Linhares foram registrado 20 casos de dengue nos 10 primeiros dias do ano, ou seja, são duas notificações por dia.
Em 2018, a Secretaria Municipal de Saúde de Linhares recebeu três mil notificações de casos de suspeita de dengue e 1.200 foram confirmados. Uma pessoa morreu com a forma mais grave da doença. Um dos fatores para o aumento dos casos é o calor do verão, que possibilita a proliferação do mosquito transmissor, o Aedes aegypt.
Verão – “O verão é o período que requer maior atenção e intensificação dos esforços para não deixar o mosquito nascer. No caso da população, além dos cuidados, como não deixar água parada nos vasos de plantas, é possível verificar melhor as residências, apoiando o trabalho dos agentes de endemias. Esses profissionais utilizam técnicas simples e diferenciadas para vistoriar as casas, apartamentos e espaços abertos”, explica o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Divino Martins. (Weber Andrade com Secom/ES)











































































