Em 1º de abril deste ano, Wilker Leão de Sá fez um anúncio aos usuários do Youtube: tentaria este ano uma vaga na Câmara dos Deputados. O influenciador, envolvido numa confusão com Jair Bolsonaro na quinta, queria entrar para o Legislativo. Naquela mesma data, o jovem assinou a ficha de filiação ao União Brasil no DF para iniciar a empreitada (sem sucesso, já que ele não se candidatou).
Fustrado por não conseguir se candidatar, Wilker no dia de ontem, aproveitou a parada que a comitiva do Presidente fez quando saia do Palácio do Alvorada para cumprimentar apoiadores, e gravando em seu celular tentou intimidar Bolsonaro com palavras agressivas.
A mídia esquerdista só fala ou mostra, o momento que o Presidente chega perto do youtube e tenta tirar o celular de sua mão, escondendo de toda sociedade a total falta de respeito deste youtube com a Pessoa do Chefe Maior da Nossa Nação.
Na confusão, ele chegou a cair no chão (não é possível ver se ele foi empurrado nem por quem). Porém antes de ser puxado pela gola da camisa por Bolsonaro. Irritado, ele xingava o presidente de “vagabundo”, “safado”, “covarde” e “tchutchuca do Centrão”.
Conversa sem confusão
Após o episódio na manhã desta quinta-feira (20), Bolsonaro conversou por cerca de 5 minutos com Leão. Entre outros temas, os dois abordaram as mudanças na lei da delação premiada, orçamento secreto, reforma tributária, posse de armas e aliança com partidos do Centrão.
“Eu preciso aprovar as coisas no Parlamento, certo? Se for para aprovar sozinho, eu sou ditador. Fecha tudo, fecha Supremo, fecha Congresso, fecha tudo e eu resolvo as coisas sozinho. Eu tenho que ter o apoio do Parlamento. Os partidos de centro são quase 300 dos 513 parlamentares. Como vou aprovar um projeto simples de lei dispensando 300 votos?”, disse Bolsonaro.
“Eu não posso ser um presidente 100%. Vai desagradar um ou outro em alguma coisa, vai desagradar”, afirmou Bolsonaro.











































































